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Artesanato

Das mãos de homens e mulheres saem artefactos originais, que transportam memórias de usos e costumes ancestrais. É o artesanato, vivo e variado, a atestar a história de um povo, que se dá a conhecer, também, por este saber fazer.

Destaque para os cobres artísticos, a tecelagem do linho, as rendas e bordados, os trajes regionais, os artefactos em madeira, a arte em ferro, os palmitos, a cerâmica, a azulejaria e as miniaturas de barcos.

Artefactos de Madeira

A madeira é uma matéria-prima própria do meio rural tradicional e da atividade piscatória. A reprodução, em miniatura, de utensílios do dia a dia e de embarcações típicas, é um dos testemunhos da criatividade deste povo.

Na pesca, uma referência especial para os três tipos de embarcações que pode encontrar: as do mar alto, as de pesca costeira e as de rio acima. Apesar da evolução das fainas, chegaram aos nossos dias os truques, as gamelas... e os carochos, que pode adquirir e levar consigo.

  

Cobres e latoaria

A arte do cobre terá chegado ao concelho com um forasteiro. Na sua oficina, produzia máquinas de sulfatar, alambiques e outros objectos directamente ligados às actividades rurais.

Mais tarde, o utilitário deu lugar ao artístico e ao decorativo, hoje, um testemunho de qualidade e delicadeza de formas.

Entre as muitas peças em cobre e latão que aqui ainda se produzem, destacam-se os barcos, os instrumentos de culinária, a luminária e uma panóplia de elementos decorativos.

 

Artes Decorativas/Pintura

As artes decorativas distribuem-se por uma multiplicidade de objetos pintados à mão, executados a partir dos mais variados materiais, entre eles a marfinite, a madeira, o vidro, a seda, a chacota e a tela. Encontra elegantes molduras para fotografias, pratos decorativos, caixinhas e baús de madeira, peças em gesso e marfinite.

Os artesãos dão largas à sua criatividade usando técnicas tradicionais, como a "encaustica" ou o "guardanapo". Nas pinturas recorre-se à folha de ouro, patines, policromado e tinta de álcool.

 

Artes de Festa

As festas e romarias minhotas estão intimamente associadas à arte floral, patente na confeção de flores em papel metalizado, normalmente em honra dos santos, que embelezam os altares das igrejas e os andores das procissões.

Não deixe de conhecer os célebres palmitos, as velas votivas, os ramos de andor e as pinhas. Mais simples ou mais exuberantes, coloridos ou de uma só cor, destaca-se em todos eles o segredo da composição em flor.

A arte floral é um dos poucos exemplos em que uma tradição especificamente religiosa se transforma em arte decorativa.


Bordados, Rendas e Ponto de Cruz

O Alto Minho não dispensa o bordado e a renda, sinónimos de beleza e de sonho. As artes de bordar e de rendar têm o seu expoente máximo no concelho, onde mãos habituadas a outras lides executam com uma notável perfeição e delicadeza o ponto de cruz, as bainhas abertas, o crivo, o rechelier e o bordado.

A base de tecidos é variada, desde o pano alinhado, linho, estopa fina e lã; como são variadas as peças que recebem os motivos decorativos. Encontramos peças de roupa de senhora, toalhas de mesa, panos de tabuleiro, sacos de guardanapos, panos de cozinha, lençóis, tapetes, quadros, cortinas, cortinados, entre outros.

Hoje, a Igreja já não é o principal cliente da rendilheira e da bordadeira. Os testemunhos deste belíssimo artesanato têm lugar em qualquer lar onde impere o bom gosto.

     

Cerâmica

Os artefactos em barro e os painéis de azulejo pintados à mão são os melhores exemplares da tradição cerâmica caminhense. Encerram segredos que passam de geração em geração, aplicados na arte de trabalhar os materiais, de moldar, embelezar e decorar.

A variedade caracteriza os objectos em cerâmica. Alguns são de uso doméstico, outros são peças decorativas. Canecas, pratos, jarras, copos e chávenas, são os mais vulgares, mas também existem típicas bonecas de barro, as lavradeiras, para além dos tradicionais presépios.

A arte de azulejar continua a ser uma importante técnica de revestimento arquitectónico, utilizada quer em interiores, quer em exteriores. No concelho, destacam-se os trabalhos de restauro e pintura de azulejos e painéis, que podem ser admirados em estabelecimentos comercias, fachadas de edifícios, pátios, casas de banho, entre outros locais.

   

Tecelagem / Linho

Em várias freguesias rurais do concelho, como Argela e Gondar, a produção do linho mantém-se fiel à tradição. Cumprem-se todas as etapas, desde os "tormentos" até à confeção final das peças, que se distinguem por uma elevada qualidade. Os "tormentos" do linho implicam o cultivo, o arranque, a ripagem, o enlagamento, a massadela, a gramação, a espadelagem, a assedação, a fiacção, a dobagem, a lavagem, a branqueação e finalmente a tecelagem.

Desde tempos imemoriais que a tecelagem é praticada, mas as técnicas têm-se mantido inalteráveis com o passar dos anos. A arte da tecelagem doméstica consiste no entrelaçar fios, com a ajuda de um tear, que se transformam em lindíssimas peças de vestuário, magníficas toalhas e lençóis.

A tecelagem é um cartão de visita, que traz ao concelho numerosos visitantes, atraídos pela beleza e originalidade das peças.

  

Trajes Regionais

A beleza e a graciosidade dos trajes minhotos devem-se, em grande parte, aos seus magníficos bordados.

Na freguesia de Dem, esta arte mantém um saudável dinamismo. Grupos de mulheres dedicam boa parte do seu tempo a bordar os trajes que dão cor e alegria ao nosso folclore. Nas camisas, nas saias, nos aventais, nos coletes e nas algibeiras, reina a policromia. O vermelho, o preto, o azul ou o verde, são as cores que predominam nas vestes tipicamente minhotas. As saias são tecidas no tear, com lã de ovelha pintada. Os aventais são bordados com o ponto fada do lar e os coletes com linha de algodão e lantejoulas.

Como trajes característicos há a destacar os "fatos" de trabalho, de domingar, da feira, à lavradeira (da moda, de luxo, da festa), "fato" de dó, meia senhora, mordoma e de noiva.

Requintados e pormenorizados, ricos de tear e de enfeites bordados, são testemunhos vivos dos usos e costumes dos nossos antepassados.

 

Gessos

O gesso continua a impor-se no concelho, como material preferencial, em muitos trabalhos de conservação e restauro de estuques, assim como em figuras ou motivos decorativos.

A réplica do farol existente do Portinho de Vila Praia de Âncora é uma das peças decorativas mais representativas e mais procuradas deste tipo de artesanato. Para além do farol, elemento típico de um concelho marinheiro, existem outros objetos, igualmente belos e originais, como anjos, cinzeiros e brasões, entre outros. O gesso, para além da componente estética, produz objetos seguros, que não ardem nem são inflamáveis.

O gesso ainda é utilizado nos trabalhos de conservação e restauro de estuques e são muitas as casas que ostentam este estilo de decoração.

 

Artesanato Urbano

Poderá encontrar peças de design e bijutaria com materiais e técnicas distintas (algumas tradicionais) com aproximação a arte erudita através de peças originais e únicas fruto da vivência urbana do artesão e a tradição do município.

 

Listagem de Artesãos

 

 

 

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